Véio

Cícero Alves dos Santos vive nos arredores de Nossa Senhora da Glória, uma importante cidade do sertão de Sergipe, com aproximadamente 50 mil habitantes e uma feira de renome no Estado. Às sextas e sábados, a feira atrai gente de todos os cantos para negociar galinhas, jumentos, porcos e aparelhos eletrônicos de toda sorte mais muita quinquilharia importada da China e talvez do Paraguai.  A convivência com um ambiente tão ambíguo e dinâmico certamente instigou ainda mais o talento desse sertanejo incomum, que fez da preservação da memória de sua gente a razão de sua existência. Memória não é nostalgia. Por isso, para afirmar toda uma arte com origem num mundo rural que vai desaparecendo, Cícero precisou tornar-se o criador de uma categoria de arte que não existia. Esta.

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